As melhores coisas da vida

Já ouviu aquela frase que diz que as 4 melhores coisas da vida são comer e viajar?
Hoje vou falar de uma delas.

Viajar é muito bom porque a gente sai da rotina, conhece lugares novos e, quando volta pra rotina, fica com lembranças boas e semi-depressão. Tá bom, a parte do depressão não é legal, mas o bacana é que isso te motiva a continuar viajando.
E não importa se você mora no buraco ou no Olimpo, ver outras partes do mundo (ou do seu próprio país) é altamente estimulante.

Tem gente que não tem curiosidade nem de sair da sua cidade. Eu não entendo essas pessoas. Desculpa se você é uma delas; aliás, se é, use os comentários aqui embaixo para expressar seu ponto de vista.

Meu próximo destino já tem data marcada e o próximo do próximo também. Minha meta? Conhecer o máximo de países possíveis durante minha vida. E me empenhar fortemente para isso. Não é só ter um monte de imãs de geladeira. É guardar na lembrança os momentos “uhuuuuuuul” da sua vida e vivê-los de forma densa enquanto ocorrem.

Minha dica para os viajantes: não faça o roteiro do guia turístico. Faça o seu roteiro, não tenha pressa, saia a esmo, conheça pessoas, entre nas lojinhas, tente se comunicar com os moradores. Tire fotos, mas não deixe que seus olhos fiquem mais atrás das lentes do que na frente da coisa de verdade.

A arte de morar junto

Morar com o amado nem sempre é fácil. É uma luta diária pela sobrevivência do lado bom da convivência. Por mais que a situação seja difícil, um ótimo começo é ela parecer fácil. Para os corajosos que estão pensando em se arriscar nesse status amoroso, deixo três dicas importantíssimas:

1) Amor, amor, negócios à parte: independência financeira para ambos é o segredo para evitar discussão desnecessária. Conta conjunta é coisa do passado. Cada um tem que correr atrás do seu e só se preocupar em gastar junto.

2) Não mexer com os in-law: nunca se intrometa nas questões da família do seu quase-cônjuge. Esse quesito não pede transparência, nem quando nossa opinião verdadeira é requisitada. Tem coisa que a gente tem que abstrair para ser feliz.

3) Roupa suja se lava em casa: rolou estresse, resolve entre quatro paredes. Não vai falar mal do seu parceiro para terceiros e ficar naquela ladainha que não resolve nada. Ainda mais se você sabe que não vai largar a pessoa tão cedo. Não queima o bofe para os amiguinhos, tá?

Gente, não é fácil não. Mas, só tentando para saber se rola.

Marketing pessoal é tudo!

Bom pessoal, pra quem não sabe sou uma estilista completamente apaixonada por artesanato e cultura popular. Então vim fazer uma propagandinha no post de hoje.

Vez ou outra dou oficinas no Sesc sobre moda e cultura popular. Procuro trazer elementos do folclore brasileiro pro dia a dia das pessoas e fazê-las enxergar que nossa cultura é muito rica em elementos. E mais, que eles não são bregas ou “pobres”, muito pelo contrário, são chiques e finos se soubermos utilizá-los.

Então não vou me prolongar e vou direto ao assunto…

Caso alguém tenha amigos, more, ou vá para Araraquara no último fds do mês, eu estarei lá no Sesc dando uma oficina gratuita e aberta ao público. E o melhor é que a pessoa ainda vai ganhar uma bolsa customizada por si própria!

Aqui fica o link com as informações direitinhas: http://www.sescsp.org.br/sesc/programa_new/mostra_detalhe.cfm?programacao_id=216012

 

DIVULGUEM!!

 

Bjinhos

 

Meu nome é Kátia Flávia #2

Continuando a saga dos posts sobre Copacabana, hoje vou falar sobre a Rua Santa Clara, que é onde eu costumo fazer comprinhas baratas aqui no Rio e também tem lugares bacanas para comer.

Todo mundo que me conhece sabe que eu sou uma rata de brechós e pontas de estoque. Pois bem, nessa rua existem diversos outlets, inclusive o da Maria Filó e o da Checklist, que são as minhas marcas cariocas preferidas. No último sábado, dei uma passadinha por lá e arrematei uma blusa linda na Maria Filó, com um desconto bem amigo. Quem conhece sabe que mesmo na promoção os preços ainda são salgadinhos, mas vale a pena.

Outro lugar legal para compras (mas tem que garimpar muito!) é o Shopping 33. Eu chamo de Bom Retiro vertical, já que é um prédio de 12 andares com lojas de todos os tipos, umas mais chiquezinhas e outras bem populares. Recomendo uma loja de jeans chamada In Cast, que fica no último andar (arrematei um vestido jeans muito lindo – 50% off).

Para comer, indico o Santa Salvação (fica bem em frente ao Shopping 33), um café bistrô muito simpático, com um atendimento ótimo. Só experimentei o café da manhã deles e adorei os acompanhamentos (geléia de abóbora, manteiga caseira e mel). Outra coisa: eles oferecem diversas revistas para ler (adoro isso!), assim você pode ir sozinho sem precisar ficar mexendo no celular ou fazendo sua cara de paisagem. Outra dica (bem alto índice glicêmico) é o The Bakers que tem opções bem gostosas de salgados e doces, além do espaço ser bem  agradável (e fofinho).

Gente, que vidalinda essa de comprar e comer, hein?

Infos:

Outlets no Rio

Shopping 33

The Bakers

Hipocrisia, a gente vê por aqui!

Ando naquela fase da vida onde revemos conceitos, mudamos ações e crescemos um pouco mais. E exatamente nesse mesmo período, pra minha surpresa, me vicio em um seriado adolescente… Pretty Little Liars.

Tenho me perguntado por que justamente nessa fase de crescimento me vidro em um seriado (algo que nunca fui muito fã), voltado ao público adolescente (Crescimento? Adolescente? Eu? OI!?) . E foi ai que achei uma incrível resposta.

Sou o tipo de pessoa que costuma criticar bastante a sociedade em geral, inclusive eu mesma. E foi por esse caminho que descobri o meu amor e fascinação por PLL (Pretty Little Liars).

Para quem não conhece, PLL é uma história que se passa na cidade de Rosewood na Pensilvânia e que conta a vida de 4 amigas adolescentes. Um grupo de garotas que depois de o desaparecimento da líder do grupo, Alison DiLaurentis, começam a receber mensagens anônimas com o nome “-A” que ameaça revelar todos seus segredos. No começo das mensagens as garotas acham que Alison está viva e as está chantageando já que ela era a única que sabia todos os segredos de suas amigas, mas após seu corpo ser encontrado elas sabem que mais alguém sabe de todos seus segredos.

O mais interessante do seriado é que ele mostra como nós, seres humanos, somos muitas vezes hipócritas, temos uma mente fechada e somos autodestrutivos por medo do julgamento alheio.

Sim, não acredito que tenha gente que nunca contou uma mentirinha na vida. Às vezes mentimos até pra nós mesmos. Mas a mentira não é o problema da questão. No seriado por exemplo, um pai que teve um caso com uma aluna (e na época era casado), acaba com o romance da filha com o seu ex-professor (solteiro e ainda jovem), transformando o coitado que não teve culpa de se apaixonar de verdade em um grande monstro. Hipócrita?

Quantas coisas parecidas não vemos por aí? Por vezes, somos nós mesmos os hipócritas.

Recomendação: Antes de julgarem o próximo, façam uma auto-análise! Caso ainda pense em julgar, pense bem, afinal a gente nunca está na pele e no coração da outra pessoa pra saber o que ela sente de verdade! Muitas vezes os casos aparentemente iguais, são bem diferentes!

MORAL DA HISTÓRIA: Cada um julga o outro de acordo com o que vive, porque não é capaz de enxergar além de si. O que te torna, além de hipócrita, egoísta!

Tem também o caso da mulher que tem uma filha que cometia furtos em loja e dormiu com um policial para proteger a imagem da menina (que sim, fazia algo errado). Sendo assim o policial fichou a garota e guardou o arquivo para que ninguém na cidade soubesse do ocorrido. Quem não conhece alguém que corre pelo errado, mas está sempre fingindo ser uma pessoa idônea? E ainda fala mal de quem vai pelo errado e assume!

Recomendação: Não proteja pessoas que prejudicam os outros, quem sempre sai ileso continua cometendo os mesmos erros, por mais que diga o contrário.

MORAL DA HISTÓRIA: Muitas vezes, uma pessoa sem caráter foi aquela que nós mesmos ajudamos a construir.

As personagens principais, são constantemente manipuladas por “A”. Ele/ela (“A” ainda é um mistério a ser revelado) edita imagens de vídeos e fotos, transformando coisas banais em acontecimentos relevantes. Inclusive por muitas vezes eu lembro da nossa maravilhosa mídia, tipo TV Globo ou revista Veja.

Recomendação: Não acredite em tudo que os veículos de comunicação dizem a você. Procure muito mais informações antes de acreditar no que vê ou no que lê, afinal, o governo te bombardeia com tudo o que lhe é conveniente.

MORAL DA HISTÓRIA: Quem acredita em tudo que assiste na TV ou lê nos jornais vive no mundo de Matrix e se torna marionete. Pensem bem!

Há mais milhares de mentiras e histórias bizarras na série, mas eu passaria dias falando sobre todas aqui, então selecionei as que achei, do meu ponto de vista, mais interessantes.

Quem quiser saber mais, recomendo a série, 1° pelo fato de ser um suspense legal e 2° pelo fato de podermos analisar pela TV todos os erros que, por vezes, nós também cometemos e, quem sabe, assim a gente possa melhorar.

Moda + Comida = Taste of Runway

Como hoje é sexta-feira e não teremos uma receita nova, resolvi não sair do tema “comida” e postar aqui pra vocês o projeto “Taste of Runway” da italiana Anna Marconi que relaciona fotos das passarelas com pratos muito saborosos (pelo menos é o que parece).

Além disso, ela comenta os desfiles e também divulga as receitas. Ficou com água na boca?! Então dá só uma olhada…

Meu Malvado Favorito 2

Como diria minha mãe, sexta-feira é dia de cinema. Coincidência ou não, recebi no meu e-mail o trailer do filme “Meu Malvado Favorito 2″ (Despicable Me 2). E, sinceramente, achei genial! O primeiro filme já é muito bom, o segundo, a gente só vai saber em 2013. Mas, mesmo que ele não for bom, o trailer já vale muito.

Who’s that girl?

Tá estressado(a)? Pois eu tenho uma ótima sugestão para fazer você sorrir em meio a tanta desgraça. Estou falando da série super cute e engraçada que está em sua temporada de estreia nos EUA (ou seja, tem que baixar, pois não está passando por aqui), New Girl.

New Girl tem como protagonista Zooey Deschanel, isso, aquela mesma de 500 days of Summer. Ela é Jess, uma professora primária que acabou de pegar o namorado na cama com outra e que agora procura um apartamento para morar. Seguindo um anúncio na internet, ela vai até um apê para dividir com 3 meninas, que no fim são 3 caras. Nick, Schmidt e Winston são solteirões mais ou menos mal sucedidos em suas vidas amorosas e profissionais e que agora acolhem Jess, essa menina meio destrambelhada que fica inventando canções sem noção, enche o saco de todo mundo, mas é uma fofa.

À primeira vista você vai achar que esse enredo não tem muito futuro, mas acontece que New Girl não deseja ser uma série com um enredo denso e complicado. São situações do dia-a-dia com as quais todo mundo vai se identificar e dar risada da própria cara.

Aqui vai um trechinho de um dos episódios e que mostra bem essa diferença entre os caras e Jess (mas no fim todo mundo se ama):

O MAM e a Nan

 

No último fim de semana, conheci o Museu de Arte Moderna carioca e de quebra ainda conferi a exposição Heartbeat da fotógrafa Nan Goldin.

Primeiro vamos falar do MAM. Eu, uma não-arquiteta-frustrada, estava há um tempão querendo conhecer o tal prédio modernista do Reidy e realmente vale a pena. A obra além de ser um marco da arquitetura moderna brasileira, ainda possui uma integração muito bacana com o Aterro do Flamengo (outra paixão da minha vida, merece um post!). O espaço mostra bem o diferencial do Rio: arquitetura-cultura-natureza, tudo junto e misturado.

Agora a Nan. Conheci o impactante trabalho dessa fotógrafa nas aulas da ECA. Não sou uma grande admiradora, mas confesso que existe muita verdade em seu olhar. E onde tem verdade o mundo é mais bonito. A exposição conta com uma parede de mais ou menos dez fotos introdutórias, todas muito “calminhas”. Depois existem duas salas, cada uma projetando 250 imagens, onde aí sim temos a Nan Goldin que todos conhecem. Gostei muito da curadoria, que propõe esses dois olhares sobre a obra da americana, um mais comedido e outro bem mais ousado e surpreendente (gosto mais!).

O MAM estará lá no mesmo lugar para sempre (assim esperamos!), mas as fotografias da Nan te esperam só até 08 de abril. Quem estiver por aqui anota na agenda para não perder.

Espero que a exposição vá para São Paulo, assim todo mundo fica feliz! ;)

Infos: Site MAM

Solidão

Algumas vezes eu me sinto realmente sozinha. E nessas horas eu penso que a primeira lição que qualquer ser humano deveria aprender é como lidar consigo mesmo na solidão. Faz um tempo eu tentei colocar isso em prática, resolvi me isolar do mundo alguns dias, viajei sem ninguém e comecei a prestar mais atenção no meu silêncio. E sabe o que eu descobri? Que é fácil ficar sozinho quando você quer ficar sozinho. Mas quando a vida impõe essa condição já não é tão legal assim.

E é nesse ponto em que se encontra o grande aprendizado. Se a gente fosse “obrigado” desde a infância a praticar o silêncio e a solidão talvez gostássemos mais de nós mesmos. E, com isso, não colocaríamos nossas expectativas fora de nós, no mundo. Porque o mundo não depende de nós, mas o nosso “eu interior” sim. E se a gente não se esforçar por ele, não há condições de se esforçar por mais nada.

Assim como muitos outros, eu to aprendendo. Caminhando um dia após o outro. Em cada pedaço do caminho eu me esforço pra ser alguém que goste, mais do que do mundo, de mim mesma.